" Paris, Le Cours la Reine, 1927 " by Roger-Viollet
Et alors...
FELIZ ANO NOVO!
www.yahoo.fr
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Onça de 33 dias, Nova Déli (AFP)
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19:16
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Ano ruim....Ainda bem que está faltando pouco para terminar.
Acabei meu plantão natalino há 32 minutos. Um suplício! Como o ano...
Bonne journée!
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07:32
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Finalmente! Template novo, criado pela Ivana.
Não foi nem um pouco fácil ela me agüentar, on-line, dando palpites. Só ela mesmo.....
Para quem não conhece a Ivana, sugiro dar um passeio até o Labirinto de Creta .
Olha, a Ivana faz templates, viu? Para quem estiver interessado.......
[post reeditado às 23:15h]
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FALLING IN LOVE AGAIN...
Perdemos Nina Simone neste ano de 2003, a rainha do jazz e do blues, de causa não revelada, em Carry-le-Rouet. Sabia-se que já andava doente desde o ano anterior, quando fez sua última aparição em público. E sua última apresentação foi em 2000, na França mesmo, onde vivia desde 1993.
Nasceu Eunice Kathleen Waymon, mas trocou seu nome, em 1954, para Nina Simone. Nina, que era o nome de seu animal de estimação (Niña) e Simone, para homenagear a atriz francesa Simone Signoret.
Bárbara.....
Carry-le-Rouet
http://ninasimone.com/
http://www.provenceweb.fr/f/bouches/carry/
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19:38
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Chapelle Notre-Dame-de-la-Consolation
Promenades dans le Paris inconnu
8°Arrondissement
VÍTIMAS DA CARIDADE
Chapelle Notre-Dame-de-la-Consolation
21, Rue Jean-Goujon
Métro Alma-Marceau
Em 1897, patronesses mandaram erguer uma longa barraca de madeira, ocupada por 22 tendinhas em estilo medieval, enfeitadas com tecidos e estandartes, acima dos quais se estendeu uma grande tenda. A nata de Paris se espremeu dentro da barraca.
Numa minúscula tendinha de nove metros por quatro, apresentava-se um cinematógrafo, que era uma atração sensacional. A barraca acabou pegando fogo, sendo que as chamas se propagaram em poucos instantes, asfixiando numerosas pessoas que tentavam fugir em vão. Quando tudo terminou, 125 vítimas foram retiradas dos escombros, entre elas cento e vinte mulheres.
Com as doações de muitos parisienses, as famílias dos desaparecidos adquiriram um terreno no local, onde construíram essa luxuosa capela, desenhada pelo arquiteto Albert Desiré Guilbert (1900), consagrada à Nossa Senhora da Consolação. Espremida entre dois prédios altos, a fachada, à qual se chega por uma escadaria dupla, é incomum. Uma inscrição acima do portal aconselha: "Não fique triste como os que não têm esperança."
O interior da capela é barroco ao estilo Luís XVI, sendo o solo recoberto de um belo piso de mármore. A cúpula, sustentada por quatro pesadas colunas de mármore cinza, é adornada por uma pintura de Albert Maignan. Atrás do altar principal, num átrio especialmente disposto em forma de cruz, repousam as vítimas do incêndio, mortas por muito terem amado a caridade.
Muito pouco conhecida, a capela de Notre-Dame-de-la-Consolation, memorial de uma catástrofe nacional, abriga hoje a Missão Católica Italiana. Foi declarada monumento histórico em 1980.
Para acessar o átrio, informar-se na Missão Católica Italiana (0142-25 6184).
[Paris - Insólita & Misteriosa, Rodolphe Trouillex, Ed. Record,Rio de Janeiro, 1996, pag.72]
Albert MAIGNAN (1845-1908)
"Né le 14 octobre 1845 à Beaumont sur Sarthe, il effectua ses études de droit à Paris. Son premier voyage en 1875 à Venise l'influence énormément pour la suite de sa vie. Ses oeuvres sont nombreuses et variées, citons "Frédéric Barberousse aux pieds du Pape", "Louis IX console un lépreux", "le Christ appelle à lui les affligés"... Les nombreuses toiles qui ornent le grand salon du Sénat ont été exécutées selon des cartons d'Albert Maignan et portent sa signature. Il décède le 29 septembre 1908 dans la commune de Saint Prix (Val d'Oise). Une rue à Beaumont, une autre au Mans portent son nom."
Fresque située dans le restaurant "Le Train Bleu" de la gare de Lyon
http://www.ville-beaumont-sur-sarthe.fr/fr/cadtouriC.htm
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00:28
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Et alors....JOYEUX NOËL!
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O câncer é uma doença onde se observa o crescimento desordenado das células, com invasão de tecidos e órgãos, podendo se espalhar à distância. São as chamadas metástases.
A divisão desordenada e rápida destas células as torna extremamente agressivas, e isto determina o surgimento do tumor malígno.
Existem vários tipos de câncer. O que os diferencia são: a velocidade de multiplicação celular e capacidade de invadir os tecidos e órgãos vizinhos e/ou distantes.
No Brasil, o câncer é considerado a segunda causa de morte por doença. Em todas as Regiões brasileiras, as neoplasias são a segunda causa de morte por doença, ficando atrás, apenas, das doenças do aparelho circulatório. A proporcionalidade de neoplasmas em relação ao total de mortes em cada Região fica distribuída da seguinte maneira: 8,21% na Região Nordeste; 9,11% na Região Norte; 12,30% na Região Centro-Oeste; 13,96% na Região Sudeste; e 17,07% na Região Sul.
A Pediatria Oncológica é uma das especialidades médicas que mais evoluiram nos últimos anos. Graças ao desenvolvimento de novas técnicas diagnósticas e terapêuticas, tanto para tumores sólidos quanto para leucemias, os especialistas podem hoje curar, em média, cerca de 70% das crianças com câncer. Para alguns tumores, os índices já passam dos 90%, quando o diagnóstico é precoce.
Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. COORDENAÇÃO DE PROGRAMAS DE CONTROLE DE CÂNCER - PRO-ONCO. "O Problema do Câncer no Brasil". 4.ed. Rio de Janeiro, 1997.
Fellini
O LIVRO DAS FADAS PRENSADAS, OU O CHAPÉU ROXO...
Eu sempre quis fazer um trabalho voluntário em alguma instituição ou hospital, mas nunca arranjava tempo para isso. Por duas vezes tive a oportunidade de me tornar uma voluntária dos Médecins sans Frontières, mas daí é uma outra estória...
Era uma tarde de dezembro cinzenta e chuvosa. Fim de milênio, o que deixava todo mundo eufórico... Demorei para me vestir, e não conseguia parar de pensar em como seria meu primeiro contato com aquelas crianças. Será que eu deveria vestir alguma coisa que me deixasse engraçada? Lembrei-me da época da minha segunda residência médica, quando eu fazia brincadeiras na sala de curativos para minimizar a tristeza dos meus pacientes. Eu não usava nenhuma roupa engraçada,e dava certo. Cheguei a receber uma advertência verbal: " Hospital não é lugar de palhaço, procure um circo!". É claro que eu continuei sendo palhaça, mas às vezes me pergunto se eu não deveria mesmo ter procurado um circo.
Bem, para ser sincera, não me recordo exatamente o que vesti naquela tarde, mas me lembro nitidamente do chapéu. Era roxo...
Peguei o chapéu e um livro, O Livro de Fadas Prensadas de Lady Cottington, que eu havia comprado fazia alguns anos, sem motivo algum, por puro fascínio.
A chuva caía e o trânsito estava intolerável, o que me fazia pensar em desistir. "Não sei se fico, ou passo", martelava a Cecília Meireles dentro da minha cabeça. Insisti e consegui chegar até o prédio azul, bonito, novinho, construído todo ele através de doações e bastante enfeitado para o Natal. O caminho que eu percorri até o elevador parecia interminável...De repente a porta se abriu e eu me senti empurrada para dentro dele por uma multidão que lutava por um espaço.Agarrei o livro e coloquei o chapéu na cabeça, quando reparei que todos me olhavam. Uns com simpatia, muitos com indiferença. Foi quando eu percebi que estava nervosa.
Cheguei ao terceiro piso, tremendo, quando fui gentilmente recebida e apresentada para um monte de crianças que recebiam quimioterapia. A maioria delas já não tinha cabelos. E os meus eram longos, bem abaixo dos ombros...
Sentei-me no chão e comecei a conversar com elas. Inicialmente com voz trêmula, depois com voz firme, que não sei até hoje de onde tirei. Elas se aproximaram de mim, arrastando os suportes do soro que recebiam, ajudadas pelas mães que estavam presentes.
As meninas ficaram fascinadas com o livro, assim como pelos meus cabelos. Os meninos queriam experimentar o chapéu. E todas prestaram muita atenção na estória fantástica que eu lia para elas. E davam palpites de como mudar o rumo dela. E passavam as mãozinhas pelos meus cabelos, perguntando se teriam o delas tão comprido como o meu.
Passei duas horas alí. Quando fui embora não sabia que destino tomar. Lembro-me que andei pelo bairro, nos arredores do hospital, por um bom tempo. Passei defronte da minha ex-escola de francês, pela minha ex-academia de condicionamento físico, sei lá...Andei bastante. Daí, já em outro bairro, me deparei com uma praça pequena, onde pude me sentar. E chorar um pouco.Com o chapéu na cabeça...
Eu me lembrei disso hoje. Talvez por ter encontrado o livro das Fadas Prensadas perdido na minha estante. Talvez por ter conversado com você no início da noite.
Ah, cortei meus cabelos já faz um bom tempo. Agora eu uso um corte chanel. O chapéu? Não sei que fim levou.
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23:18
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HÊTRE PLEUREUR
O meu último post sobre o 7° arrondissement de Paris falava da existência de uma árvore no centro da Praça Récamier, uma hêtre pleureur, que é um tipo de chorão. Porém, é diferente do nosso chorão, conhecido como Salso-chorão.
A hêtre pleureur é uma árvore muito comum na França, segundo meu caro Zadig e ele até tentou achar uma similar entre as brasileiras. Pensou de imediato no chorão gaúcho, porém descobriu que este se trata de uma outra árvore.
O nome da hêtre pleureur é Fagus sylvatica 'Pendula'. Ela é uma árvore majestosa, que atinge em média de 15 a 30 metros de altura, possuindo galhos principais horizontalizados e que chegam a ter 2 metros de comprimento, com ramificações pendentes. As suas folhas são brilhantes e ovais, com uma bela coloração outonal.
O hêtre possui uma raiz longa e superficial, e seu crescimento é rápido. Suporta lugares protegidos, mas sofre ao sol, à aridez e ao forte calor. Ela prefere solo fresco e resiste bem à poluição. É utilizada em grupo ou isolada, em parques e em jardins.
Ah, em tempo: o chorão do Zadig, que existe em Porto Alegre é a Salyx humboldtiana, segundo pesquisa dele próprio. Merci, Zadig.
Detalhe da folha do hêtre.
http://www.cepen.com.br/arvore
http://users.skynet.be/jardinage/Fagus
http://www.omne-vivum.com/
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01:41
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Para os meus avós judeus....
"Chanucá começa no vigésimo quinto dia do mês de Kislev - geralmente na segunda metade de dezembro - e comemora a vitória de Judá, o Macabeu, e seus quatro irmãos - todos membros da família dos hasmoneus - sobre os greco-sírios em 165 a.e.c.
Embora Chanucá seja a comemoração de uma das grandes vitórias da história judaica, surpreendentemente, até há pouco tempo atrás não se dava grande importância a ela. Não é considerado feriado religioso, no sentido de que é permitido trabalhar e ir à escola. Além de alguns acréscimos na liturgia e no acendimento das velas de Chanucá em todas as oito noites da festividade, poucas coisas mudam na rotina usual.
Chanucá marca a libertação dos judeus de Israel da opressão dos greco-sírios no século II a.e.c. Os gregos tentaram impor costumes pagãos à população judaica, porém Judá e seus quatros irmãos lideraram uma rebelião contra eles.
A rebelião atingiu seu clímax quando o rei Antíoco IV, da Síria, proibiu a observância dos costumes sagrados para os judeus, sendo o insulto decisivo a conversão do Templo em um santuário pagão.
No ano de 165 a.e.c., os rebeldes lograram êxito e derrotaram os exércitos sírios, após o que o Templo foi limpo, purificado e reinaugurado. Chanuca significa "consagrar, inaugurar". De acordo com a tradição, este trabalho durou oito dias e, por isto, celebra-se Chanucá por oito dias".
[retirado do Livro Judaico dos Porquês, Alfred J.Kolatch, páginas 280-1, 1997, Editora Sêfer]
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18:42
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Tenho tido muita dor de cabeça. Acordo, muitas vezes, por causa dela.
Lembro da última vez que me senti assim. Foi ao iniciar o meu mestrado, quando eu passei 45 dias com a tal dor. E agora ela voltou, igualzinha.
E hoje eu não irei trabalhar, nem irei à Pós.
Ça suffit!
Impressão, Sol nascente
Claude Monet
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08:48
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"Vaticano, 12/12/2003. Um guindaste levanta a árvore de Natal de 27 metros de altura na Praça São Pedro, no Vaticano. A árvore foi doada pela cidade italiana de Pre Saint Didier".
(AE)
"Árvore de Natal de 27 metros de altura e 110 anos de idade em frente à catedral de São Pedro, no Vaticano".
(Folha On-line)
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19:36
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[fotos de Andrew Boucher]
7° Arrondissement
Place Récamier
7, rue Recamier
métro Sevres Babylone
"Replié entre deux beaux immeubles, le square Récamier, fut bâti récemment sur l'ancienne place occupée par le couvent de l'Abbaye-aux-Bois où la célèbre Madame Récamier, la plus belle des muses de la révolution française, s'était retirée jusqu'à la fin de ses jours. C'est un jardin aux terrasses fleuries de lilas japonais. On y trouve aussi une belle fontaine pour se rafraîchir. Un bassin en cascade rend hommage à Madame Récamier et à son éternel adorateur Chateaubriand. Au centre du jardin, un arbre immense, un hêtre pleureur, veille. Les parfums d'une multitude de plantes telles que les rhododendrons, les magnolias, les pervenches, les chèvrefeuilles, les bruyères nous enivrent. Une halte de frâicheur et d'histoire après une longue marche dans ce quartier".
Promenades dans le Paris inconnu
Louis David (1748-1825)
1800
+postado por Alma - 11:43
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Somewhere over the rainbow (versão com Israel Kamakawiwo). É para fechar os olhos e viajar....
Marc Chagall
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23:35
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Hoje eu estou precisando assistir algo do tipo de Amélie Poulain, do Jeunet...
+postado por Alma -
12:40
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Canção do Amor-Perfeito
Cecília Meireles
O tempo seca a beleza.
seca o amor, seca as palavras.
Deixa tudo solto, leve,
desunido para sempre
como as areias nas águas.
O tempo seca a saudade,
seca as lembranças e as lágrimas.
Deixa algum retrato, apenas,
vagando seco e vazio
como estas conchas das praias.
O tempo seca o desejo
e suas velhas batalhas.
Seca o frágil arabesco,
vestígio do musgo humano,
na densa turfa mortuária.
Esperarei pelo tempo
com suas conquistas áridas.
Esperarei que te seque,
não na terra, Amor-Perfeito,
num tempo depois das almas.
Melhores Poemas, Global Editora, 1977 - SP, Brasil
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00:31
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Les amants
_________________________________________________
Em 9 de dezembro de 1977 morria Haia Lispector. Ferreira Gullar escreveu para ela:
Enquanto te enterravam no cemitário judeu
de São Francisco Xavier
(e o clarão do teu olhar soterrado
resistindo ainda)
o táxi corria comigo à borda da Lagoa
na direção de Botafogo
E as pedras e as nuvens e as árvores no vento
mostravam alegremente
que não dependem de nós.
EU SOU UMA PERGUNTA - Uma biografia de Clarice Lispector, Teresa Cristina Montero Ferreira, Editora Rocco, Rio de Janeiro, 1999, pág. 292
+postado por Alma -
23:57
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7°Arrondissement
MILAGRE NA RUE DU BAC
Chapelle de la Médaille-Miraculeuse
Rue du Bac, 140
Métro Sèvres-Babylone
É preciso um certo otimismo e confiança na Providência para não se deixar acabrunhar por todas as desgraças do mundo que parecem convergir para a Rue du Bac, 140.
Nesse local, a Virgem teria aparecido, a 27 de novembro de 1827, a Catherine Labouré, jovem camponesa vinda da Borgonha para entrar nas Filles de la Charité de Saint-Vincent-de Paul. A cena se passou na capela do palacete de La Vallière e Catherine foi beatificada em 1947.
Os peregrinos, num fluxo incessante, vêm do mundo inteiro ajoelhar-se por alguns instantes diante do relicário que contém os restos mortais da santa.
Desde 1832, cunha-se e vende-se aos milhões a pequena medalha milagrosa, oferecida até um período recente por uma máquina de venda automática. Um aviso diz que a medalha deve "ser usada e distribuída não como um talismã, mas com fé". Era realmente necessária a explicação?
[Paris - Insólita & Misteriosa, Rodolphe Trouillex, Ed. Record,Rio de Janeiro, 1996, pag.65]
www.insecula.com
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11:31
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ISTO NÃO SE FAZ!
Divulguem!
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11:06
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Parabéns ao La Cité des Enfants Perdus!
Como eu não consegui entrar no livro de visitas dele, deixo aqui a minha lembrança.
www.babiole.com
+postado por Alma -
09:01
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7° Arrondissement
NOS INCURÁVEIS
Hôpital Laënnec
Rue de Sèvres, 42
Métro Vaneau
Quando a Rue de Sèvres, depois do Bon Marché, se alarga para tomar porte de grande avenida, o olhar do passeante se detém sobre um anúncio pintado dos anos trinta, "Dubo...Dubon....Dubonnet", cobrindo o imenso pinhão de um prédio de seis andares.
Estamos érto da entrada do hospital Laënnec. Construído durante os séculos dezessete e dezoito, até meados do dezenove chamava-se Hospício dos Incuráveis...o que não dava a entender uma grande obrigação dos médicos com os resultados! Deve-se no entanto considerar que o hospital promoveu um decisivo progresso dos cuidados médicos, sendo o primeiro em Paris a colocar uma pessoa em cada leito.
A originalidade arquitetônica do hospital vem de sua planta. Os prédios, em forma de cruz, se encaixam nos braços do transepto da capela, delimitando assim oito jardins. Uma passagem à direita da capela dá acesso ao pátio de La Rochefoucauld, reduto fora do tempo, iluminado por velhos lampiões de ferro fundido, onde, em torno de um gramado circular, enfeitado por um antigo poço, construções do século dezessete se sucedem em volumes diferentes. Um deles é flanqueado por sólidos contrafortes.
A galeria Jules Verne conduz à capela. Bem despojada, era originalmente iluminada por vitrais, dos quais subsistem alguns vestígios em torno das vidraças. A única peça de fato interessante é uma admirável cadeira de madeira lavrada do século dezessete, com motivos florais e religiosos.
À esquerda da capela, o pátio Gamard (nome do arquiteto que fez a planta do Hospice des Incurables) representa o pendant do pátio Rochefoucauld. Como este, o pátio Gamard conservou seu poço. Numa fachada, vê-se um quadrante solar, gravado em 1745 por um certo Monsieur Boulanger.
[Paris - Insólita & Misteriosa, Rodolphe Trouillex, Ed. Record,Rio de Janeiro, 1996, pag.64]
Imagens cedidas pelo L´Enfant.....Merci, João!
www.insecula.com
+postado por Alma -
00:09
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O 7° arrondissement terá três posts. Hoje vai o primeiro (e o meu predileto, por razões óbvias). Fala do Hospital de Laennec, situado na Rue de Sèvres. Durante a noite, o prédio parece assombrado. Pena não ter achado alguma foto do prédio...
+postado por Alma -
00:08
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http://www.chez.com/
6°arrondissement
NA HORA DE SAINT-SULPICE
Gnômon da Igreja
Place de Saint Sulpice
Métro Saint-Sulpice
Admirável em inúmeros aspectos, a igreja de Saint-Sulpice esconde uma curiosidade profana na ala esquerda de seu transepto: um gnômon.
Este instrumento de medição astronômica consiste de um obelisco de mármore branco do qual parte uma linha de cobre incrustada no chão. Quando o sol brilha, esse engenhoso dispositivo dá o meio-dia "verdadeiro" ou solar, e fornece a data aproximada.
Criado em 1727, esse meridiano foi aperfeiçoado em 1743 por Charles Le Monnier , que associou ao olho do gnômon, situado 25 metros acima do chão, numa janela sul do transepto, um obelisco de dez metros que permite um funcionamento hibernal. A lâmina de cobre que corre no chão representa o meridiano de Paris...cujos espíritos exaltados se encarregam de contestar a exatidão do cálculo. Que importa isso, afinal de contas, quando as horas de Saint-Sulpice são doces, para quem não se cansa de zanzar em sua praça.
[Paris - Insólita & Misteriosa, Rodolphe Trouillex, Ed. Record,Rio de Janeiro, 1996, pag.59]
Gnômon: substantivo masculino
1. objeto (estilete, coluna etc.) que, pela direção ou pelo comprimento de sua sombra no plano horizontal, indica a altura do Sol ou da Lua acima do horizonte e, por conseguinte, a hora do dia
2. Rubrica: geometria.
parte remanescente de um paralelogramo após a retirada de outro similar que continha um de seus ângulos
Etimologia:
lat. gnómon,ónis 'agulha, ponteiro (do quadrante solar); esquadria', do gr. gnômón,onos 'que conhece, que discerne'; 'o que serve de regulador ou de regra; ponteiro de relógio solar; clepsidra, régua em esquadro, esquadro'; ver gnomon-; f.hist. c1539 nhomão, c1541 nhomam, 1676 gnomon
[Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa 1.0]
+postado por Alma -
21:51
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A origem do laço Vermelho, como símbolo universal de luta contra a AIDS.
A origem correta do laço vermelho, símbolo de solidariedade, não se conhece até hoje. Porém existem quatro versões.
Uma diz que os ativistas americanos passaram a usar o laço como o V da vitória invertido, na esperança de que um dia, com o surgimento da cura da AIDS ele pudesse voltar para a posição correta. Outra versão tem origem na Irlanda. Segundo ela, as mulheres dos marinheiros daquele país colocavam laços vermelhos na frente das casas quando os maridos morriam em combate. Também há quem diga, que o laço passou a ser usado porque, nos Estados Unidos ele serve como símbolo de várias causas caracterizando diversas lutas. O laço pode ser encontrado em várias cores como o laço rosa simbolizando a luta contra o câncer de mama, o laço azul simbolizando a luta pela liberdade de expressão, etc... Em relação ao laço vermelho, uma outra versão é a de que ativistas pertencentes a um grupo chamado "Visual AIDS" , introduziram o laço pela primeira vez nos Estados Unidos em 1991,na cerimônia de premiação do Tony pelo grupo Broadway Cares/Equity Fight AIDS, simbolizando a solidariedade da classe artística àqueles que tinham ou morriam de Aids.
Fonte: ASCON - CN DST/Aids - Ministério da Saúde
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17:46
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Sida : les associations s'alarment des insuffisances de la prévention
Le nombre de malades en France a cessé de diminuer, les femmes et les Africains sont particulièrement touchés.
LE MONDE
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17:44
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No dia da Aids, Vaticano defende postura contrária à camisinha
13h12 - 01/12/2003
Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O Vaticano defendeu na segunda-feira sua polêmica posição de rejeição ao uso de preservativos, afirmando que a fidelidade, a castidade e a abstinência sexual são as melhores armas para deter a disseminação da Aids em uma "sociedade pansexual".
Um importante cardeal divulgou um comunicado de cinco páginas no Dia Mundial de Luta contra a Aids para defender a postura do Vaticano, criticada por vários seguimentos da sociedade.
Em uma mensagem dirigida aos católicos, o cardeal Javier Lozano Barragán, presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde, pediu um esforço renovado para fazer com que as pessoas mudem seu estilo de vida.
"Temos de apresentar isso como o principal meio de prevenir de forma efetiva a contaminação e a disseminação da Aids, já que o fenômeno da Aids é uma patologia do espírito", afirmou.
A Igreja Católica opõe-se aos métodos contraceptivos artificiais, como a camisinha, cujo uso, segundo argumenta, promoveria a promiscuidade.
A mensagem de cinco páginas falou sobre a "importância de respeitar os valores religiosos e morais da sexualidade e do matrimônio, ou seja, a fidelidade, a castidade e a abstinência".
Barragán, nascido no México, convidou "todo mundo a aumentar as medidas de prevenção segundo a doutrina da Igreja, a praticar a virtude da castidade em uma sociedade pansexualista".
Segundo o cardeal, as campanhas de combate à Aids deveriam ser baseadas em "valores humanos e espirituais autênticos em favor de uma cultura de vida e de amor responsáveis."
Em uma referência clara aos preservativos, o cardeal disse que as campanhas informativas não deveriam "se basear em políticas que incentivam estilos de vida e comportamentos imorais e hedonistas, favorecendo a disseminação do mal".
Dia Mundial de Luta contra a Aids, Sri Lanka
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